21 julho 2011

passado, presente, futuro.

o passado. não iremos esquecê-lo. podemos ultrapassá-lo, mas esquecê-lo não. ele fez, e faz parte de nós. apesar de não nos caracterizar na totalidade, ele tem grande impacto no que somos e também no que viremos a ser. aprendemos com ele. não nos influencia a todo o tempo, mas apenas em algumas ocasiões. mesmo assim, sendo ele bom ou mau, ele é parte de nós, quer queiramos quer não. mas a forma como ele nos influencia é que nós podemos mudar. podemos não lhe ser indiferentes, mas podemos dar-lhe pouca importância. tal como disse, ele faz parte de nós, mas não nos caracteriza totalmente. ele fez-nos o que somos hoje, mas isso não significa que ele tem que nos influenciar permanentemente. o que está feito, está feito. só podemos inverter as situações, no presente. portanto, o que fazer? há que aproveitá-lo porque ele tem uma breve duração. ele revela-nos, mostra quem somos, caracteriza-nos. há que o viver, há que o explorar, há que aproveitar, tal como disse. é vital que nele se encontrem pessoas para além de nós próprios. é vital, também, que eles estejam connosco sempre, enquanto o presente durar. é necessário tirar o maior partido possível de cada segundo. é tudo sobre o que somos, o que é nosso, o que nos caracteriza. é neste tempo que experimentamos, que arriscamos, que cometemos erros. enfim, que vivemos. quanto ao futuro, não se podem criar demasiadas expectativas, não se podem criar metas que não são concretizáveis, não se pode sonhar demasiado. pode-se apenas aguardá-lo com expectativas reais. 
portanto , qual a conclusão que tiro daqui ? não deixes o passado influenciar-te, vive o presente, não cries expectativas altas acerca do futuro. deste modo, conseguirás alcançar o que quiseres (futuro), poderás viver o presente e não te prendarás a nada (passado). 

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